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Terra Inca – Peru – Lago Titicaca – Puno

Localizado a 3.800 metros de altitude, fazendo fronteira entre Peru e Bolívia está o Lago Titicaca. É o lago navegável mais alto do mundo. Claro que é imperdível, e se você vai pro Peru é parada obrigatória. No dia anterior conheci o Vale Sagrado dos Incas, e após esse passeio fui até a casa onde estava hospedado, tomei um banho e fui ao terminal para pegar o ônibus até a cidade de Puno. Sai as 22 horas e cheguei em Puno as 5 da manhã do dia seguinte. O ônibus é muito confortável, com sistema de calefação, porque a noite faz muito frio, e poltronas quase como cama. Pois bem, chegamos ao terminal e já encontrei meus amigos Areli e Benito do México, tomamos um café da manhã delicioso por ali mesmo, e fomos a agência que está dentro do terminal para sermos encaminhados ao barcos e iniciarmos o passeio. Infelizmente não tirei fotos com esses amigos queridos, e fizemos passeios diferentes, mas aqui deixo “Mis saludos a ustedes que son personas increíbles, y quisá pronto nos vemos en México, Brasil o en el Mundo”.

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Beníto y Areli Amigos do México

Exatamente as 06h30 da manhã eu e um grupo pegamos uma van que nos levou até o porto de Puno, de onde saem os barcos que levam os turistas até as ilhas.

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Puno – Lago Titicaca

Como sempre, tenho muuuuita sorte e o dia estava lindo!!!

Ao subir encima do barco, conheci amigos da Espanha e Alemanha (O legal das viagens é isso, você conhece gente do mundo todo, e ouve tantas lindas histórias dessas pessoas cuja paixão assim como você é viajar). No nosso barco haviam, franceses, mexicanos, chilenos, equatorianos e tantos outros. Mais 3 pessoas em especial conheci, e vou levar para a vida toda, as Peruanas Karen, Yanira e Vick, passei um dia maravilhoso com essas peruanas!!! Muy lindas y amables.

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Karen, Vick e Yanira

Nossa primeira parada foi na ilha de Uros, e que lugar fantástico, pessoas do mundo todo visitam esses nativos que vivem nessas ilhas flutuantes em meio ao lago Titicaca, eles vivem da caça e pesca no local, e sobrevivem com a venda dos artesanatos que fazem com carinho para os turistas. Fomos muito bem recepcionados por esse povo de origem Quechua e Aymara, onde aprendemos alguns cumprimentos e ouvimos um pouco das histórias e de como eles vivem ali.

Aprendendo cumprimentos em Quechua:

Após ouvirmos a explicação do Sr. Geovane líder daquela ilha, ouvimos uma canção de boas vindas e fomos passear pelo lago com os barcos feitos por eles para se locomover pelas ilhas.

Como sempre falo, quando viajo entro de cabeça na cultura do país onde estou, então provei um dos alimentos que o povo nativo come diariamente, uma espécie de planta muito comum no lago:

Conversando com o povo local, me disseram que esses barcos levam até 3 semanas para ficarem prontos e que duram aproximadamente 6 meses, as ilhas flutuantes também são constantemente “reformadas” para que não afundem

É incrível pensar como essa gente vive e sobrevive ali, sem tecnologia nenhuma, e notavelmente é um povo feliz, vivendo com o pouco que tem. Realmente um exemplo. Comprei uns artesanatos e então seguimos viagem até a ilha de Taquile onde almoçaríamos (mais uma vez tudo incluso em meu pacote).

A subida até o topo da ilha é um pouco cansativa, pois ali atingimos os 4 mil metros de altitude, e fazer esforço em grandes altitudes cansa muuuuuuito!!! Porém a vista é recompensadora.

Após subirmos, almoçamos em uma casa de família, comemos “Trucha” e outras comidas típicas do local. Ficamos ali conversando e aprendendo um pouco mais sobre os costumes do povo local, e as 13h começamos a descer para o outro lado da ilha para seguir viagem e retornar a Puno.

O outro lado da ilha era ainda mais incrível e rendeu algumas boas fotos:

E o povo Taquileño muito amável:

Pela frente teríamos mais 2 horas de viagem pelo Lago Titicaca e pudemos desfrutar um pouco das belíssimas paisagens:

Chegamos na cidade de Puno as 17 horas, e meu ônibus de retorno saia somente as 22 horas. Então eu e minhas amigas peruanas fomos conhecer a cidade e jantar.

No jantar provei um prato típico peruano, porém não muito comum aqui no Brasil. Provei o “Pisco Sour” e o “Cuy al Horno” mas o que é Cuy? Senhores eu comi “Porquinho da Índia” e estava delicioso hahah.

Após provar e aprovar esse prato diferente, fomos até o terminal de Puno onde me despedi de minhas amigas peruanas e segui viagem até Cusco. Mas antes de me despedir demos boas risadas com os gritos do pessoal tentando vender as passagens para as cidades de Arequipa, Tacna e Moquegua… Um show a parte do povo de Puno hahahaha. Um rapaz gritando Arequipa, Arequipa, Arequipa Arequipaaaaaaaaaaaaaaaaa… E uma outra senhora com voz engraçada gritava Moquegua, Tacna Moqueguaaaaaaaaaaaaaaaa…

Cheguei em Cusco por volta das 5 horas da manhã, tomei um táxi até a casa onde me hospedei e descansei um pouco, porque a tarde teria mais passeios.

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Terra Inca – Peru – Vale Sagrado

Após um dia emocionante conhecendo Machu Picchu, era hora de continuar explorando as redondezas de Cusco. Fomos então conhecer as cidades de Moray, Chinchero, Pisac, Ollantaytambo e Urubamba. Saímos as 7 horas da Plaza de Armas  com destino a primeira cidade:

Chinchero:

Nossa Primeira parada do Tour, foi na Igreja da cidade de Chinchero, nessa cidade também visitamos um lugar onde as nativas costuram peças de roupas e variedades de produtos com lã de alpacas e lhamas. Elas muito simpáticas, nos mostraram o processo, explicando o passo a passo de tudo, nos ofereceram chá e aperitivos de queijo e candita torrada (semente parecida com milho). Após a explicação, pudemos comprar alguns produtos.

Moray:

Nossa segunda parada foi em Moray, onde conhecemos as Salineras de Moray com mais de 2 mil anos  e as ruínas de Maras. Nesse Tour conheci a americana Tiersa, uma pessoa incrível!!!

Após isso, seguimos viagem até Urubamba e paramos para almoçar. Mais uma vez o almoço estava incluído em meu tour, e a comida estava ótima.

Ollantaytambo:

Chegando em Ollantaytambo, mais ruínas. E essas muito lindas! Com uma vista maravilhosa em cima das montanhas.

Quase levei um chute de uma Alpaca, na hora não percebi, só depois que vi no vídeo 😀

Pisac:

A última parada do passeio foi em Pisac. Essas ruínas também impressionam, como todas as fortalezas e cidades construídas pelos incas, essa também está localizada em um ponto estratégico nas montanhas.

Na chegada fomos recepcionados por um andino tocando flauta, o que tornou o ambiente mágico!!!

Eu e Tiersa sofremos um pouquinho para chegar até o topo, mas conseguimos aos gritos de Sí, se puede! ahaha

Ao final do tour pudemos ver as nuvens de chuva chegando pelas montanhas, criando um visual fantástico.

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Chuva vindo pelas montanhas My Friend Tiersa

O tour ainda leva a uma loja de jóias, onde ensinam a diferenciar a prata pura das demais. Após conhecer esse lugar, retornamos a cidade de Cusco. E nesse mesmo dia eu tinha uma viagem de ônibus até a cidade de Puno, para explorar as belezas do lago Titicaca.

Terra Inca – Peru – Machu Picchu

Olá aventureiros!!!! Depois de algum tempo sem postar, chegou a hora de lhes contar como foi a maior e melhor aventura da minha vida: Explorar a Terra Inca, aquele país, vizinho nosso, aqui do lado, sabem? PERU!!! Então vamos lá…

Conhecer o Peru, precisamente Machu Picchu, era um sonho que eu tinha desde os tempos de escola, pois sempre fui fascinado por culturas antigas (Incas, Maias, Astecas, Egípcios, Gregos, etc…). E esse sonho começou a sair do papel em setembro de 2016, quando enfim comprei as passagens para Cusco. Seria minha primeira viagem de avião, e minha primeira viagem sozinho, sozinho não, com a Veridiana (minha mochila haha).

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Veridiana ♥

Então com tudo programado, sai de minha cidade dia 13/03 rumo à Porto Alegre, para enfim embarcar para o Peru!!! Cheguei no terminal de ônibus já eram 23 horas, e chamei um Uber para me levar até o aeroporto, onde esperaria até as 5 da manhã, horário programado para  o meu vôo. Morrendo de sono, sento nos bancos do aeroporto, e conheço a Gisela, primeira amiga que faço na viagem, e que coincidência, ela era Peruana e estava indo pra Lima.

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Gisela Mi amiga em Porto Alegre

 Como era minha primeira vez em um aeroporto, poderia ficar um pouco perdido, mas Gisela e eu ficamos conversando e embarcamos juntos. Após fazer todos os trâmites de saída do país, passar pelo raio-X, chegamos ao portão de embarque do nosso voo, e começou a bater aquela ansiedade, MEU DEUS eu vou voar hahaha. Emfim embarcamos no avião e decolou…. UAUUUU estava voando… saímos ao clarear do dia em Porto Alegre, e dormi um pouco… Quando acordei estávamos sobrevoando a Cordilheira dos Andes, e que vista!!!

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Cordilheira dos Andes

Tudo muito lindo!!! Voei pela empresa Avianca, empresa ótima! Tomei café da manhã no voo, além de ter várias opções de entretenimento dentro da aeronave, música, vídeos, filmes, séries e jogos… Chegamos a cidade de Lima, as 9 horas no horário local, confesso que o pouso é a parte que mais assusta durante um voo… mas enfim estava em terra firme!!!

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Oceano Pacífico

Fiz todos os trâmites de entrada no país, peguei minha mochila, e esperei por ali até as 15 horas, horário do meu voo até Cusco. Até tinha tempo para conhecer um pouco de Lima, mas como era minha primeira viagem, fiquei com medo de perder o voo, já que o trafego na cidade de Lima é muito grande, decidi esperar no aeroporto mesmo. Embarquei para Cusco e agora sim, estava mais perto de realizar meu Sonho!!!

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Valle Sagrado visto do avião

Cheguei no Aeroporto Velasco Astete em Cusco, e fui recepcionado pela Karla, responsável pela agência onde comprei os passeios. Pessoa SUPER amável, fez de tudo para que eu me senti-se em casa… Mas vou falar mais dela em breve em outro post. Pegamos um táxi enfim estava na casa onde eu iria me hospedar, já comprei umas folhas de coca, e chá de coca para começar a aclimatação à altitude. Muito cansado, tomei um banho e fui dormir porque no próximo dia iniciariam as aventuras!!!

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Chá de Coca ou  Matesito (como é chamado no Peru)

No dia seguinte, Karla veio me buscar na casa, e fomos até a Plaza de Armas onde eu iria pegar a Van que me levaria até a Represa de Santa Teresa, onde inicia a trilha que leva à Águas Calientes ou Machu Picchu Pueblo.

Depois de 6 horas de viagens por estradas espetaculares, chegamos a Santa Teresa, almoçamos e iniciamos a trilha em meio a selva peruana. Caminhei em meio a selva por 2 horas, e conheci muita gente legal, entre eles Juan (México) e Orlando (Argentina).

Chegamos ao povoado de Águas Calientes por volta das 17 horas, e nosso guia já estava nos esperando lá. Nos levou ao hotel, onde conheci outro “Loco” o uruguaio Marcelo com qual dividimos o quarto nessa noite. Enfim fomos jantar e no dia seguinte as 5 horas da manhã começamos a subida de Machu Picchu. O passeio que comprei, incluía tudo: Transporte, hospedagem em Águas Calientes, café da manhã, almoço e jantar.

A subida a pé até Machu Picchu é sofrida, mas é uma experiência linda, subi com Marcelo (Uruguai) e Ester (Suiça)… e após 40 minutos estávamos na entrada. Nosso guia,nos orientou a aguardar na fila, e após alguns minutos enfim estava realizando meu sonho… Eu estava e Machu Picchu!!!!

Quando chegamos o tempo estava aberto, e tudo foi lindo…Eu estava ali, nem acreditava!!! Conhecer mais sobre a história desse lugar, ver a perfeição das construções que ultrapassaram séculos e continuam intactas. Ver que os incas eram engenheiros, arquitetos, físicos, astrônomos… E que eram muito bons em tudo isso. Me perguntava e se os espanhóis não tivessem encontrado essa civilização? Como estariam hoje? Já que a séculos atrás já dominavam todas essas técnicas, e construíram tudo isso!!!

Infelizmente, depois de nosso tour guiado acabar, começou a chover. Mas nem por isso nos entristecemos, conhecemos a Verônica, uma italiana muito louca também, e começamos a descer até o povoado dando boas risadas.

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Marcelo e Verônica

Chegamos ao povoado ao meio dia, almoçamos e começamos a trilha de retorno até Santa Teresa, onde a van nos esperava para o retorno a Cusco!

E o próximo dia seria cheio de muitas emoções….

Rota das Cachoeiras – Corupá SC

O erro de muitos viajantes e mochileiros mundo a fora é explorar compulsivamente destinos longe de casa, sendo que em um raio de 100 km da porta de sua casa existem belezas naturais incríveis. Bem, não sou um desses! E hoje vou provar, que em minha terra, Santa Catarina há turismo para quem gosta de aventura, assim como nós da Iniciativa Aventureiros.

Já fazia algum tempo que eu estava namorando esse destino, mas por algumas e outras razões, fui adiando. Nessa aventura me acompanharam minha irmã Thais e minha prima Edna…Mas enfim vamos hoje falar da Rota das Cachoeiras localizada na cidade Corupá SC, à alguns km das cidades de Joinville e Jaraguá do Sul. Chegamos à cidade por volta das 10 horas da manhã e fomos em busca do acesso à reserva! O acesso a reserva, é muito bem sinalizado e com alguns trechos de estrada de chão, porém em ótimas condições. No caminho compramos os ingressos em um dos pontos de venda que são apensas dois: Mercado Fossile e Camping e Restaurante Rio Novo. O custo do ingresso é de R$ 15,00 sem isenção para estudantes, crianças com mais de 5 anos e terceira idade.

ATENÇÃO: Não são vendidos ingressos na entrada da reserva, por tanto devem ser adquiridos à caminho nos pontos de venda acima citados.

No valor do ingresso, além do acesso a trilha das cachoeiras, está incluso acesso à churrasqueiras (caso queira passar um dia em família na reserva), Banheiros com chuveiro e estacionamento (Que é patrulhado por um segurança da reserva).

Entramos na trilha exatamente às 11h30m da manhã, e pra nossa sorte a temperatura estava agradável, já que são quase 6 quilômetros de caminhada em meio a mata atlântica preservada, com muitos trechos de subida que não são para qualquer um. Muitos dos que iniciaram a trilha conosco, desistiram já nos primeiros 500 metros de caminhada. Mas eu sou guerreiro, fui lá para fazer a trilha, e fiz!!!

Toda essa área é particular e pertence à empresa MOBASA de reflorestamento, porém todo lucro é voltado para a conservação da fauna e flora dos mais de 1.150 hectares da reserva. A reserva foi transformada em Patrimônio Natural em 2002 e conta com 14 cachoeiras, sendo dessas 13 estão na trilha e 1 interditada:

  • Cachoeira do Suspiro;
  • Cachoeira da Banheira;
  • Cachoeira Três Patamares;
  • Cachoeira Pousada do Café;
  • Cachoeira Repouso;
  • Cachoeira Remanso Grande;
  • Cachoeira da Confluência;
  • Cachoeira das Corredeiras;
  • Cachoeira do Tombo;
  • Cachoeira Palmito;
  • Cachoeira Surpresa;
  • Cachoeira Boqueirão
  • Cachoeira do Salto Grande

Já nos primeiros 100 metros de trilha encontramos a primeira cachoeira, a Cachoeira Suspiro:

A 400 metros encontramos a segunda, Cachoeira Banheira:

A 600 metros encontramos a Cachoeira dos Patamares, uma das mais incríveis em minha opinião:

Após 800 metros de trilha chegamos a Cachoeira Pousada do Café:

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950 metros de trilha, e chegamos a Cachoeira do Repouso:

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A sexta cachoeira está aos 1.100 metros da trilha, ela é a Cachoeira Remanso Grande. Infelizmente, não consegui nem avistar muito menos fotografar essa, devido as limitações da trilha.

A sétima Cachoeira é a única na qual é permitido o banho, está localizada à 1.300 metros de trilha e chama-se Confluência:

Chegamos à Cachoeira das corredeiras à 1.400 metros de trilha:

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1.500 metros de trilha, Cachoeira do Tombo:

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A 1.600 metros de trilha chegamos a Cachoeira do Palmito:

A 1.700 metros está a Cachoeira Surpresa:

Por alguma razão, o acesso à Cachoeira Boqueirão estava fechado, talvez para manutenção da trilha. Então pegamos uma subida de quase 1.200 metros até a cachoeira do Salto Grande. Foi sofrido mais valeu muito a pena.

A trilha é muito bem sinalizada, com placas indicando as direções, e quanto falta para acabar a trilha:

Enfim, 2.900 metros caminhados, com muito esforço e um pouco de sofrimento, fomos recompensados por essa vista maravilhosa na queda com mais de 125 metros de altura:

Almoçamos por ali mesmo,nos reidratamos e retornamos.

Confesso que o retorno é um pouco mais cansativo, nossas pernas tremiam! Mas valeu muito a pena contemplar um pouco mais da natureza daquele lugar, cada detalhe encanta:

Algumas dicas importantes:

  • A trilha é de 5.800 metros, por tanto vá com roupas leves e calçado confortável;
  • Use protetor solar e óculos de sol;
  • Leve repelente e água;
  • Se possível leve algum lanche leve, porque a fome pode bater depois de gastar tanta energia.

BOA VIAGEM!

Para mais informações acesse:

http://corupa.sc.gov.br/turismo/item/detalhe/2320

http://rotadascachoeirascorupa.blogspot.com.br/

Ou ligue: (47) 3375-2232

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By: Izac Chapiewski