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O “Perrengue” no deserto

Sair do seu país, rodar quase 6000 km em uma viagem de carro, pegar climas extremos com temperaturas de -15º à 40º, alcançar altitudes de 5000 metros acima do nível do mar, claro que sabíamos que seria uma viagem com pequenos riscos afinal estrada é estrada. E um desses riscos se tornou realidade! Nem na pior projeção possível, imaginávamos em ter um “perrengue” tão grande em pleno deserto do Atacama! Confira:

Relato de Izac Chapiewski:

Em nosso penúltimo dia em San Pedro de Atacama sentamos todos em nosso quarto de hotel para decidir como seria a sequência da viagem, pois para o retorno não ser cansativo, faríamos algumas alterações no cronograma e conheceríamos mais algumas cidades na Província de Salta e San Miguel de Tucumán na Argentina. Decidimos todos então em deixar o carro em frente ao hotel com a bagagem carregada, para sair de madrugada rumo a “Paso de Jama” fronteira com a Argentina.

Decidindo isso, a moça do hotel nos alertou a não deixar nenhuma mala aparecendo, por que apesar de San Pedro ser uma cidade bastante calma e segura, era melhor não arriscar.

Nossa saída do Chile foi antecipada em um dia devido a termos cancelado os passeios com a agência e termos feito tudo por conta. Fazendo isso além de economizarmos dinheiro, ganhamos muito tempo o que nos permitiu deixar o país antes.

Bom, fomos dormir cedo e no dia seguinte com o carro já pronto saímos as 4 da madrugada rumo à fronteira. A programação era chegar as 7 e agilizar o processo de imigração, para passarmos a noite já em Salta na Argentina. Rodamos 40 km e veio o susto! Um pneu furou. Com a agradável temperatura de -4º ao lado do Vulcão Licacanbur, lá foi o Douglas trocar o pneu. Detalhe todos estávamos de calção, camiseta e chinelo por que até chegarmos na fronteira, já seria dia e estaria mais quentinho.

Com o pneu trocado, o Douglas me olhou e perguntou: – “E aí meu brother, voltamos a San Pedro ou Arriscamos seguir sem estepe até a fronteira?”. Com a pressa que estávamos de chegar à fronteira, eu disse: – “Vamos arriscar, furar mais um pneu aqui seria muito azar”. E foi rsrs.

Rodamos mais exatos 30 km e “Barbaridade” mais um pneu furado! 5 horas da manhã, temperatura ainda negativa e nós no meio do nada, cercados de areia e sal. Claro que bateu um desespero, e agora? Meu Deus, o que vamos fazer? Pensamos que haviam furado nossos pneus para nos assaltar, todos ficamos muito nervosos. Então a Nicolly lembrou que havíamos ultrapassado um caminhão próximo dali, falei pro Douglas, vamos parar esse cara e pedir para me levar até a fronteira e arrumar os pneus. Decidimos que eu iria até a fronteira, por que falo espanhol, e teria mais facilidade em explicar a situação para as autoridades e conseguir ajuda.

Após 10 minutos o caminhão apareceu e eu já fui para o meio da estrada e comecei acenar desesperadamente. Por sorte o caminhão parou, e fui explicar a situação para ele. O caminhão era do Paraguai e estava carregado com carros. Resumindo o paraguaio, talvez por desconfiança não me deixou ir na gabine com ele, e fui em um dos carros atrás com os dois pneus furados! Com sono, com fome e com frio confesso que me bateu um desespero e comecei a pensar bobagem. Vai que esses “caras” pegam meu dinheiro e me deixam aqui? Vai que assaltam meus amigos lá no carro? Orei, pedi proteção divina e fui aproveitando a paisagem.

No vídeo abaixo, cito que os pneus foram furados propositalmente por algum chileno. Informação errada, na hora pensamos que podiam ter furado para tentar nos assaltar, mas graças a Deus não foi isso!

O segundo pneu estourou a 70 km da fronteira, somente 70 km. Quando é pra acontecer, simplesmente acontece e não tem jeito. Nosso carro estava segurado nos países do Mercosul, e o Chile apesar de associado não faz parte. Se fizesse chamaríamos um guincho e pronto! Por isso é muito importante, em uma viagem dessas adquirir a extensão de perímetro com sua seguradora. Nós optamos por não adquirir devido ao preço, e nos demos mal.

Chegando a fronteira, o paraguaio talvez por pensar que os fiscais aduaneiros pudessem pensar que ele estava me transportando clandestinamente, me largou a quase um quilômetro da primeira guarita. Lá vou eu com um pneu em cada mão, caminhando até a guarita. Lembra que em altitudes fazer esforço físico é pedir para passar mal? Sem erro, passei mal. Cheguei à guarita talvez por não ter comido nada também, quase desmaiando, expliquei para o guarda e ele me encaminhou para a “Germandería Argentina” (Exercito Argentino), em frente a sala deles, havia uma enfermaria, pedi um copo d’água ao enfermeiro, e de brinde ganhei uma máscara de oxigênio haha, isso mesmo, o moço viu que eu não estava bem e pediu para que eu respirasse com a máscara por alguns minutos. Contei toda história para eles e eles me acalmaram dizendo que tudo ia dar certo. Esperei por alguns minutos sentado, quando um guarda veio até mim para irmos em busca de uma borracharia.

Rodamos todo o povoado, e não encontramos nada! Bateu o desespero novamente, o guarda me deu duas opções, ou você vai até Susques ou volta até San Pedro de Atacama, ambas as cidades estão à 70 km daqui. Perguntei qual seria a melhor opção, e ele falou, volte a San Pedro. Vamos até a guarita que vou arrumar uma carona para você voltar.

Pensei comigo, Meu Deus, não acredito que isso realmente está acontecendo conosco!!! Após uns 20 minutos esperando, chegou uma das pessoas mais incríveis que conheci nessa viagem, o peruano Alberto Allarcón, caminhoneiro que me deu carona para voltar até San Pedro.

Conversamos muito, mas muito mesmo. Uma pessoa sensacional, alegre, da paz, um anjo que Deus colocou em nosso caminho. Me deu água e comida e de brinde me ensinou alguns “chingamentos” que eu não conhecia em espanhol rsrs. Após muita conversa, avistamos o carro e já o Douglas saiu acenando e sorrindo pensando que tudo estava resolvido. “Pobrecito” disse Alberto hahah.

No carro estavam o Douglas e a Nicolly. A Priscilla já havia pego uma carona com um dos inúmeros carros que pararam e ofereceram ajuda. Expliquei para o Douglas que eu tinha que ir até San Pedro e seguimos viagem.

Eu estava exausto, muito cansado mesmo. O Alberto ao ver isso, me ofereceu a cama dele para eu descansar um pouco. Claro que não recusei e literalmente apaguei. De repente escuto buzinas e o Alberto fala: “Hay un carro brasileño adelante, preguntó por usted” Levantei e fui ver o que era. Era o amigo Martín e sua esposa, que haviam parado para ajudar o Douglas e voltaram para me dar carona até San Pedro para ser mais rápido. Já que o caminhão andava a no máximo 40 km p/hora iriamos ganhar muito tempo de carro, visto que ainda faltavam 45 km para chegar à cidade. Agradeci o Alberto e na correria infelizmente esqueci-me de pegar um contato L.

Chegamos a San Pedro eram exatamente 14 horas, e agora nossa missão era encontrar uma borracharia aberta em pleno domingo. Encontramos uma logo na entrada da cidade e adivinha? Fechada! Sai do carro bati na porta, saiu uma senhora e expliquei toda a situação para ela, e ela após ver minha angustia ligou para o moço vir consertar o pneu. Aliviei-me na hora. O rapaz chegou viu o pneu e para me animar falou: “Eso no tiene mas consierto, solo una goma nueva”. Como diria ligeirinho “AI CARAAMBA” rsrs. Por sorte ele tinha uns pneus usados do mesmo aro, falei são esses mesmo pode trocar. Apesar de ter saído um pouco caro, não tínhamos outra opção, enquanto ele fazia a troca, eu fui fazer o câmbio, pois não tinha mais pesos chilenos.

Talvez pelo nervosismo, não tirei nenhuma foto da “Gomería” no dia. Por sorte, encontrei ela pelo Google Maps: 

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Borracharia em San Pedro de Atacama

Paguei o rapaz, e quando estávamos saindo mais um gesto de uma pessoa incrível me emocionou. Uma moça chamada Alejandra Mancilla, filha da senhora que me atendeu na borracharia, me entregou uma sacola com sanduiches, água e refrigerante, sem eu pedir. Agradeci a ela pela atitude, pedi para mantermos contato via facebook e seguimos viagem até o carro.

Quando chegamos no carro, estava somente o Douglas esperando. A Nicolly já havia ido até a fronteira de carona com uma família de chilenos. Trocamos o pneu, arrumamos as malas e dirigimos os próximos 70 km com um medo enorme que mais alguma coisa acontecesse! Demos graças a Deus quando avistamos a placa da fronteira. Tivemos que ficar na fila da imigração por mais 3 longas horas, pois estavam revistando todas as malas de todos os carros. Mas enfim, estávamos em solo argentino e se alguma coisa acontecesse o carro estava segurado. Eu e o Douglas queríamos avisar as meninas que estávamos bem, mas o guarda gente boa que estava de manhã na guarita, não estava mais e o substituto não autorizou que passássemos a fronteira sem fazer os trâmites. Na fila dos trâmites fiz várias amizades com argentinos e brasileiros enquanto esperávamos, e com um grupo de motoqueiros peruanos que saíram de Cusco com destino a Salta na Argentina. Motoqueiros esses que nos acompanharam durante o retorno.

“Enfim, depois desse “sufoco” encontramos as meninas no posto após a aduana, e cada um contou sua versão do ‘perrengue” já que todos nos separamos. Todos calmos por estarmos bem seguimos até a cidade de San Salvador de Jujuy. NUNCA viajamos à noite por medida de segurança, mas pelas circunstâncias e pelo atraso na fronteira chegamos ao hotel quase meia noite.

No outro dia, fomos a uma borracharia para revisar todos os pneus e ainda trocamos mais um. Explicamos ao rapaz o ocorrido, e a explicação mais plausível para o ocorrido, foi que os pneus não aguentaram a pressão atmosférica e estouraram. Devido à alta pressão até mesmo as embalagens de comida que levamos estouraram.

Olhe o que a pressão faz com as embalagens, nada impede de estourar os pneus também:

Relato de Nicolly Cury

Pois bem aventureiros, vamos para minha parte da história. Após o Izac ter pego carona com o caminhão paraguaio, nos restou apenas esperar. Estando a – 4°C em uma mistura de medo e ansiedade, por não poder fazer nada, Douglas, Priscila e eu voltamos ao carro onde tentamos dormir. Passado apenas uma “horinha” de sono, todos despertamos. O carro estava aquecido devido ao Douglas não ter desligado o motor. Em fim eram 10h30min e nem sinal de carros ou até mesmo do Izac e já estávamos preocupados.

            O Sol surgiu, porém a temperatura continuava baixa, então fomos esticar as pernas, e nos aquecer. Era uma sensação inusitada ambos parados no deserto a espera de ajuda. Um pequeno conselho caro leitor, se algum dia se deparar com uma situação parecida, não se apavore! Apesar de estarmos no meio do nada tínhamos tudo! Não digo só em coisas como água e alimento, claro que é indispensável, mas estar em ótima companhia diminui muito a tensão da situação.

            Eram 10h40min e nenhum carro a vista. Quando der repente o primeiro carro aparece, porém não para. Em seguida um argentino para e nos oferece ajuda. Deus foi tão bom que nos enviou muitos outros que paravam, nos ofereciam água, comida, e nos acalmavam. Por ser tarde nos preocupamos com o Izac, será que ele conseguiu encontrar uma borracharia? A Priscila então por nervosismo começa a ter falta de ar, e em lugares como o deserto a única coisa que não se pode fazer é entrar em desespero.  Decidimos então eu e a Pri que iriamos de carona no próximo carro. Nos primeiros não havia espaço até que encontramos um carro brasileiro \o/. Como eles não tinham lugar para nós duas deixei que ela fosse, pois estava passando mal.

            Ficamos apenas eu e o Douglas por mais uns 20 minutos conversando, quando avistamos um caminhão buzinando que parou na contramão na nossa frente. Do caminhão pula o Izac, pensamos: Estamos salvos, vamos embora! Só pensamento mesmo. Como relata Izac acima, ele volta a San Pedro e eu vou rumo a fronteira. Paramos uma caminhonete chilena e lá fui eu. O pessoal não era muito de conversa o homem que dirigia escutava umas musicas animadas porém estranhas. A sua esposa dormia assim como sua filha que repousou sobre mim sua cabeça e dormiu. Ao chegarmos à fronteira consegui ver a Pri, corri para ver como ela estava e voltei para dar saída do Chile.

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Aduana Argentina-Chile

Achando que ela ficaria pedi ao moço que não desse saída e ficaríamos ali na aduana, pior erro! Feito isso ele me tirou e fiquei como um fantasma, o carro em que estava já não tinha mais meu nome então fiquei presa. A Pri tendo passado já estando do lado argentino sem poder me fazer companhia, me vi sozinha então me apavorei, conversamos com o guarda da aduana argentina o qual foi muito querido comigo, me levou até lado chileno para que eu pudesse embarcar em um carro e atravessar novamente.

            Esperei por alguns minutos e parou um carro de família, a qual guardarei eternamente a lembrança deles. Maí e seu esposo Jorge junto de seu filho José foram muito prestativos me ofereceram alimentos e água, e contei então como havia sido minha pequena aventura. Conversamos muito, apesar de não ser muito boa em falar espanhol, e adivinha para onde estavam indo? Isso mesmo para o Brasil.

Após horas e horas na fila de revista, pude avistar o Izac e Douglas bem no final da fila. Fiquei mais tranquila. Chegando ao lado argentino o guarda olha para mim, com um sorriso engraçado, mas me aliviando do sufoco. Encontro minha mana Pri chorando, logo nos acalmamos e fomos almoçar  as 17h da tarde. Ali ficamos até que finalmente nos encontramos!

Foi uma aventura e tanto e apesar do susto ficamos felizes em conhecer tantas pessoas maravilhosas pelo caminho. Queremos agradecer a todos os que pararam oferecendo ajuda e deixando comida e água para os que ficaram no carro. Em especial queremos citar os amigos brasileiros: Silvio, Leandra, Martín e esposa, os chilenos Mai, José e Jorge, a boliviana Alejandra e ao grande amigo peruano Alberto que não mediram esforços para nos ajudar. Agradecer a todo o pessoal da aduana argentina e a todos os outros amigos que fizemos graças a esse “perrengue”.

Apesar de toda situação de angustia vivida no início, pudemos obter um grande aprendizado para viagens futuras e pudemos ver que ainda há pessoas boas nesse mundo. Que venha a próxima aventura, e se Deus quiser sem mais “perrengues”.

By: Izac Chapiewski/Nicolly Cury

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La Expedición 03/01/2016 Dia de Bolívia

O terceiro dia do ano foi dia de explorar a Reserva Eduardo Avaroa na Bolívia. Saímos em direção a fronteira que fica cerca de 40 km de San Pedro de Atacama. E já de cara estávamos aos pés de dois vulcões. O Juriques e o Licancabur ambos com quase 6000 metros de altitude.

O Licancabur é considerado o Deus do deserto. Imponente, pode ser avistado de qualquer lugar do Atacama num raio de quilômetros.

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Vulcão Licancabur

Mais alguns km rodados e chegamos ao Paso Hito Cajón na Bolívia.

Logo após a entrada na Bolívia, está a localizada a entrada da Reserva Nacional Eduardo Avaroa, onde estão localizadas a Laguna Verde, Laguna Salada, Lagunas Colorada, Arbors de Piedra e o Famoso Salar de Uyuni (maior deserto de sal do mundo). As Paisagens parecem de outro planeta:

O valor da entrada na reserva pode ser pago em Pesos Chilenos, Dólares ou Bolivianos. O valor em bolivianos fica por $ 150,00 algo em torno de R$ 110,00 por pessoa, vale a pena se você tem espírito aventureiro e quer passar alguns dias dentro da reserva, afinal atrativos naturais é o que não falta por lá.

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Laguna Verde – Bolívia

Retornando a Argentina, tivemos um “probleminha” técnico e acabamos perdendo dois pneus. Isso mesmo DOIS. Mas graças ao bom Deus, nessas horas pudemos ver que ainda há pessoas boas no mundo, e foram inúmeros os carros que pararam para oferecer ajuda, muitos brasileiros, argentinos e chilenos. Queremos aqui agradecer a cada um deles, que de alguma forma nos ajudaram. Um agradecimento especial ao um grande amigo, Alberto, um caminhoneiro peruano que me deu carona até San Pedro, compartilhou suas experiências de mais de 50 anos de estrada, e ao brasiliense Martín e sua esposa, que nos ajudaram a correr atras de uma “gomería” em San Pedro. Também quero citar os amigo chilenos: Mai, José e Jorge, e os gaúchos Silvio e Leandra #DeusAbençoeVocês #Dioslesbendiga .

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Amigos Silvio e Leandra

Graças a esse “perrengue” pudemos fazer várias amizades. Quero citar uma em especial aqui, a boliviana Alejandra Mancilla, que enquanto estávamos aguardando o rapaz arrumar os pneus, foi ao mercado sem eu pedir, comprou água e comida para nós. Quando eu estava saindo da borracharia, veio até o carro e me entregou. Confesso que fiquei muito feliz, por esse simples gesto. Que Deus sempre possa abençoar ela e sua família, “Dios le bendiga Aleja”. E mais uma vez, a todos que nos ajudaram: MUITO OBRIGADO de coração.

Enfim, depois do susto, chegamos à Paso de Jama, fizemos todos os trâmites e estávamos de volta à Argentina. Seguimos viagem até a cidade de Jujuy onde nos hospedamos no hotel Las Lomas à beira da rodovia. o Hotel é muito bom.

No outro dia, seguimos até Resistência onde nos hospedamos no Hotel Covadonga. Um luxo de hotel. E enfim no dia seguinte seguimos viagem até Bernardo de Irigoyen fronteira com Brasil, e pudemos respirar os bons ares brasileiros novamente. Uma aventura sem igual.

No próximo post falarei dos custos de nossa viagem.

By: Izac Chapiewski

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